O Canto do Jaçanã
Lá no meu sertão
Bem distante
Todos os dias de manhã
Ouve-se o canto da Jaçanã.
É um cantar apaixonado
Ela canta de olhos fechados
É o seu murmurio entoado.
Quando à tardinha o sol vai morrendo
Quando está escurecendo
Ela encerra o seu cantar.
Solta aqui os maus escuios
São protestos em murmurios
São sentimentos de tristeza e dor.
Há uma lenda no meu sertão
Que o canto da Jaçanã
Traz saudades e paixão.
Quando eu ouço aquele refrão
Os meus olhos choram de emoção
É a saudade no meu coração.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Achei uns papelitos guardados.
Anotações e mais anotações.
Uma vez ia escrever isso num livro de um 'extinto amigo'. O livro se chamava AZ. Vou jogar o papel fora e anotar aqui. (Por que?)
" O único! Todos os outros são as tentativas do que nunca se modulou."
" Depois disto, todas as coisas são mínimas."
" continuemos... "
Anotações e mais anotações.
Uma vez ia escrever isso num livro de um 'extinto amigo'. O livro se chamava AZ. Vou jogar o papel fora e anotar aqui. (Por que?)
" O único! Todos os outros são as tentativas do que nunca se modulou."
" Depois disto, todas as coisas são mínimas."
" continuemos... "
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